Psicoterapias comportamentais

O nome “terapia comportamental” é mais conhecido popularmente por aqueles que buscam atendimento psicológico, e costuma ser associado a um momento em que os procedimentos da “análise experimental do comportamento” eram diretamente estendidos à prática clínica. Resultados satisfatórios foram obtidos, mas observava-se que essa transposição direta não contemplava alguns fenômenos humanos que estavam presentes no sofrimento ou demandas clínicas dos clientes.

Profissionais da Análise do Comportamento – ou ciência comportamental – dedicaram esforços em pesquisas e aplicações clínicas de procedimentos que consideravam os dados científicos já obtidos até então por meio de experimentos, mas que buscavam principalmente dar conta da complexidade do comportamento humano. Tal complexidade se refere à compreensão de como a linguagem se articula com eventos privados (cognições e emoções, por exemplo) e, consequentemente, com o sofrimento humano, mantendo o foco na análise das funções dos diversos comportamentos relevantes do cliente em relação ao contexto em que ocorrem.

Assim surgiram as “terapias comportamentais contextuais”, que constituem o que se conhece de mais atual em termos de “terapias comportamentais”. Outro aspecto relevante que vem crescendo em paralelo, é a preocupação pela busca de evidências de eficácia destas terapias, o que quer dizer que a “análise experimental do comportamento” continua exercendo um papel fundamental.

Terapias comportamentais contextuais oferecidas pela psicóloga Mônica Camoleze:

  • ACT – Acceptance and Commitment Therapy – Terapia de Aceitação e Compromisso
  • BA – Behavioral Activation – Ativação Comportamental
  • DBT – Dialectical Behavior Therapy – Terapia Comportamental Dialética
  • FAP – Functional Analytic Psychotherapy – Psicoterapia Analítica Funcional
  • IBCT – Integrative Behavioral Couple Therapy – Terapia Comportamental Integrativa de Casais
  • TAC – Terapia Analítico-Comportamental
  • TACI – Terapia Analítico-Comportamental Infantil

Atendimento para crianças, adolescentes, adultos e casais.

O Artigo 20 do Código de Ética Profissional do Psicólogo(a), define que o profissional não pode utilizar o preço do serviço como forma de propaganda. Por isso, para consultar os valores ou outras informações, entre em contato.